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Fumacense Alimentos leva informações sobre o preço do arroz à representantes comerciais

Encontro com diretor executivo do Sindarroz-RS proporcionou importante momento de debates e esclarecimento de dúvidas.

Preocupada em garantir todas as informações referentes à situação do arroz no mercado brasileiro e internacional, por conta das últimas atualizações de preço do produto, a Fumacense Alimentos proporcionou, na última sexta-feira, 11, um momento de aprendizado voltado aos seus representantes comerciais, por meio de uma palestra com o diretor executivo do Sindicato da Indústria do Arroz do Rio Grande do Sul (Sindarroz-RS), Tiago Sarmento Barata.

O encontro, que aconteceu de forma presencial e online, reuniu representantes comerciais da Fumacense Alimentos de todo o Brasil e foi importante para que os profissionais conseguissem tirar todas as dúvidas em relação à alta do preço do arroz, que vem sendo fortemente percebida nas últimas semanas.

“Nossa preocupação é, também, com nossos representantes, que precisam estar bem informados para que possam desempenhar seu papel de forma ainda mais eficaz. Quisemos proporcionar esse momento de debates para que todos pudessem externalizar seus questionamentos com um profissional que está diretamente ligado ao setor”, avaliou o gestor Ricardo Regado.

Neste cenário, a equipe de gestão da Fumacense Alimentos também reforçou que a empresa tem atuado apenas como intermediária entre produtores e redes supermercadistas. “Estamos repassando aos supermercados apenas o custo exato do referido aumento, sem nenhuma margem de lucro adicional nesse sentido”, garantiu o gestor Jefferson Santos Ribeiro.

Os esclarecimentos da reunião

No encontro, o diretor executivo do Sindarroz-RS esclareceu que existem diversos motivos que justificam o reajuste no valor cobrado pelo grão atualmente. Entre eles: o novo perfil do setor produtivo, que há muitos anos vem sendo marcado por uma improdutividade econômica; o choque de demanda, ocasionado pelo aumento das exportações em virtude da valorização do dólar frente ao real, e pela situação de pandemia, que fez aumentar o consumo interno; e uma menor capacidade de intervenção governamental, além do histórico de safras menores nos últimos anos.

Ainda assim, para Barata, é importante destacar que não se deve falar apenas no aumento do preço do arroz, mas sim em uma valorização do produto. “O grande problema é que o Brasil possui um dos custos de produção mais caros do mundo e um dos preços mais baixos nas gôndolas. Se diz que o arroz está caro, porque se acostumou a pagar por um produto desvalorizado”, completou.

Na reunião, ainda foram debatidas as possíveis consequências do fato de, na última semana, a Câmara de Comércio Exterior (Camex), do Ministério da Economia, ter decidido reduzir a zero a alíquota do imposto de importação para o arroz em casca e beneficiado até 31 de dezembro deste ano.

Em uma tentativa de reduzir o custo do arroz importado para aumentar a oferta e conter a alta de preços do produto no mercado interno, o Comitê-Executivo de Gestão da Camex estabeleceu que a redução está restrita a uma cota de 400 mil toneladas de arroz com casca não parboilizado e arroz semibranqueado e branqueado, não parboilizado.

“As exportações tendem a ser mais pontuais e as importações, a acontecerem com mais intensidade. Acredito em uma semana de maior oferta e confio muito na autorregulação de mercado, uma vez que, tendo em vista os preços, é natural que haja uma queda de consumo”, finalizou o diretor executivo do Sindarroz-RS.

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